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	<title>Sou Tecnólogo</title>
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	<description>O primeiro blog da internet para discutir assuntos ligados aos Tecnólogos e aos cursos de Graduação Tecnológica</description>
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		<title>Cursos de curta duração ganham força</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Dec 2011 14:29:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mr. Well</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A competitividade e a busca de resultados rápidos e efetivos fazem com que as empresas exijam profissionais cada vez mais preparados e adaptados à realidade do mercado de trabalho. Os cursos superiores de tecnologia (popularmente conhecidos como tecnólogos), que oferecem carga horária menor e propõe uma preparação mais prática aos alunos, têm sido mais procurados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A competitividade e a busca de resultados rápidos e efetivos fazem com que as empresas exijam profissionais cada vez mais preparados e adaptados à realidade do mercado de trabalho. Os cursos superiores de tecnologia (popularmente conhecidos como tecnólogos), que oferecem carga horária menor e propõe uma preparação mais prática aos alunos, têm sido mais procurados e vêm recebendo ainda mais atenção das instituições de ensino superior.</p>
<p>Cursos desta natureza oferecem um diploma de graduação em nível superior como qualquer outro curso de bacharelado. A primeira diferença é o tempo de formação: o de tecnologia possui duração mais rápida, de 2 a 3 anos. A segunda, é que tem uma formação específica para o mercado de trabalho, enquanto o bacharelado confere uma formação mais abrangente e acadêmica.</p>
<p>O curso de tecnólogo não é voltado apenas para estudantes que estão saindo do Ensino Médio. Esse tipo de formação também interessa a profissionais que ainda não possuem diploma de graduação ou que desejam valorizar o <a href="http://www.catho.com.br/carreira-sucesso/dicas-emprego/curriculo" target="_blank">currículo</a> na área em que atuam. “Ainda há preconceito em relação a estes cursos, mas estão sendo minados na medida em que faculdades primam pela qualidade do ensino. Um curso de curta duração pode servir como uma maneira também de o profissional valorizar seu currículo, pois permite ingressar em uma segunda universidade mais forte do que de sua primeira formação, por exemplo, criando outro olhar do mercado para si”, afirma o Prof. Sidney Leite, Supervisor Acadêmico do Centro Universitário Belas Artes de São Paulo.</p>
<p>Com o crescimento da economia brasileira nos últimos anos, o mercado de trabalho vem exigindo pessoas com uma formação mais prática e que saiam das faculdades com as devidas competências para exercer a profissão rapidamente. Portanto, por conta desta procura, as instituições de ensino estão investindo na criação de cursos com uma duração menor. Para Paulo Pozzebon, pró-Reitor de ensino, pesquisa e extensão da Universidade São Francisco, muitas vezes o profissional formado num curso de tecnologia procura um curso de pós-graduação lato sensu para continuar sua formação. “Outro fator determinante é o preço, pois estes cursos em geral custam bem menos que os bacharelados”, indica.</p>
<p><strong>Auxílio da Internet &#8211; </strong>Por conta da falta de tempo e dificuldade de deslocamento, é cada vez mais comum instituições de ensino utilizaram o ensino a distância (EADs) em suas grades curriculares. Esta metodologia dá ao aluno a oportunidade de poder desenvolver o conteúdo da aula em um momento mais oportuno. Além disto, envolve o aluno nas mais modernas tecnologias e métodos de ensino via computador e internet.</p>
<p>“Esse recurso permite ao aluno, por exemplo, cursar uma disciplina a mais no semestre, mesmo que ela não se encaixe em sua grade horária semanal, aproveitando os horários livres durante o dia ou nos finais de semana para estudar”, explica Pozzebon. Segundo ele, disciplina cursada à distância não quer dizer estudo precário, pois o ensino a distância, quando bem elaborado, pode ser até mais exigente e eficaz do que disciplinas cursadas em sala de aula.</p>
<p>As instituições que oferecem cursos de EAD devem ter o compromisso de oferecer bons laboratórios, professores que tenham perfil não só acadêmico, mas também com um viés focado na atuação profissional. “Uma das possibilidades deste método online é que no final de cada semestre a pessoa receba uma certificação e que já possa aplicar os conhecimentos no trabalho”, reforça o Supervisor Acadêmico da Belas Artes. De acordo com Sidney, esta habilitação é concedida quando o aluno participa de um trabalho interdisciplinar e que envolve todas matérias por onde passou.</p>
<p><strong>Fonte: </strong><a href="http://www.catho.com.br/carreira-sucesso/noticias/cursos-de-curta-duracao-ganham-forca"><strong>Cursos de curta duração ganham força | Portal Carreira &amp; Sucesso | </strong>Catho Online </a></p>
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		<title>Número de matrículas em cursos tecnológicos apresenta expansão</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Nov 2011 11:25:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mr. Well</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Censo da Educação Superior de 2010 confirma a trajetória de expansão de matrículas em cursos tecnológicos nos últimos dez anos. Em 2001, foram registradas 69.797 matrículas; em 2010, o número subiu para 781.609. Segundo dados do censo, o resultado deve-se aos investimentos na educação profissional de nível superior, principalmente pela iniciativa privada, e à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Censo da Educação Superior de 2010 confirma a trajetória de expansão de matrículas em cursos tecnológicos nos últimos dez anos. Em 2001, foram registradas 69.797 matrículas; em 2010, o número subiu para 781.609. Segundo dados do censo, o resultado deve-se aos investimentos na educação profissional de nível superior, principalmente pela iniciativa privada, e à expansão das instituições federais de educação tecnológica nos últimos nove anos.</p>
<p>Entre as áreas do conhecimento que registraram maior expansão destaca-se a de gerenciamento e administração, com 343,7 mil matrículas, que correspondem a 44% das registradas em cursos tecnológicos presenciais e a distância, públicos e particulares. Na sequência, as áreas que matricularam mais estudantes foram as de processamento da informação, com 66,6 mil alunos (8,5%); de ciência da computação, com 51,4 mil (6,6%), e de marketing e publicidade, com 47,9 mil (6,1%).</p>
<p><span id="more-433"></span></p>
<p>Nas instituições federais de educação superior, a área de gerenciamento e administração também está no topo da oferta, com 24,7% das matrículas. Processamento da informação ocupa o segundo posto, com 12,3%. Depois, vêm as áreas de engenharia e profissões de engenharia (cursos gerais), com 7,7%; proteção ambiental, 6,5%; eletrônica e automação, 6,2%, e processamento de alimentos, 5,6%.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.planetauniversitario.com/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=24967:numero-de-matriculas-em-cursos-tecnologicos-apresenta-expansao&amp;catid=27:noticias-do-campus&amp;Itemid=73">Planeta Universitário.com</a></p>
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		<title>Cursos tecnológicos aceleram o ingresso no mercado de trabalho</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Nov 2011 11:22:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mr. Well</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um atalho para o mercado de trabalho. Assim são encarados os cursos superiores de tecnologia ou, simplesmente, tecnológicos. Mais breves que os bacharelados — enquanto a graduação tradicional leva de quatro a seis anos, essa categoria não ultrapassa os três anos de duração —, esse modelo leva em conta as necessidades de mão de obra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um atalho para o mercado de trabalho. Assim são encarados os cursos superiores de tecnologia ou, simplesmente, tecnológicos. Mais breves que os bacharelados — enquanto a graduação tradicional leva de quatro a seis anos, essa categoria não ultrapassa os três anos de duração —, esse modelo leva em conta as necessidades de mão de obra específica que a economia apresenta e, assim, forma profissionais aptos a atuarem em nichos em que sobra trabalho e falta gente qualificada. Por isso, especialistas garantem que ele representa ótimas chances de emprego em diversas áreas.</p>
<p>Foi a chance de conseguir um diploma de nível superior em dois anos o que mais atraiu o produtor cultural e estudante Marcelo Fonteles, 37 anos, para a qualificação de tecnólogo. Com duas graduações incompletas no currículo, ele encontrou no curso de produção audiovisual da Universidade Paulista (Unip) a oportunidade de realizar um sonho.<br />
<span id="more-431"></span></p>
<p>“Sempre quis concluir o terceiro grau para poder fazer uma pós, um mestrado. Não consegui terminar os bacharelados por dificuldade de pagar a faculdade por quatro, cinco anos, mas agora estou me formando”, conta.</p>
<p>Além de abrir portas para Marcelo, essa capacitação vai ajudá-lo a aprimorar o trabalho que ele executa desde a adolescência. “Com o que aprendo, vou poder fazer vídeos, coisas novas para os eventos e as bandas que assessoro”, planeja.</p>
<p>E toda essa empolgação tem um motivo: como o enfoque da capacitação é a prática, ele já coleciona documentários, animações e curtas, alguns que estão até correndo festivais pelo país.</p>
<p>Surgida no Brasil no fim da década de 60, a graduação tecnológica agora tem ganhado mais espaço entre os brasileiros por conta de uma exigência do mercado. “As empresas estão muito rigorosas, procuram gente com uma qualificação direcionada, e os cursos de tecnologia oferecem isso”, comenta a diretora administrativa da Faculdade Senac, Francimeire Gaudino.</p>
<p>O consultor em gestão do capital humano Roberto Recinella completa: “Ainda há preconceito com relação a esse tipo de formação, mas isso tem mudado, porque o país precisa de mão de obra especializada com urgência e os cursos tecnológicos são mais ágeis para formar esses profissionais que os bacharelados”.</p>
<p>Essa transformação sentida pelos especialistas é facilmente comprovada por meio dos números do último Censo da Educação Superior, realizado em 2009 pelo Ministério da Educação (MEC).</p>
<p>As estatísticas mostram que, em 10 anos, a oferta de graduações do tipo no Brasil cresceu de 317 cursos para 4.491, entre instituições públicas e privadas.</p>
<p>As matrículas de alunos subiram no mesmo ritmo. Em 1999, foram 58.243 inscrições nas capacitações de tecnologia no país. Em 2009, o montante chegou a 486.730.</p>
<p>No Catálogo Nacional de Cursos de Tecnologia, da Secretaria de Educação Profissional do MEC, são reconhecidas 112 formações tecnológicas, divididas em 13 eixos: ambiente e saúde; apoio escolar; controle e processos industriais; gestão e negócios; hospitalidade e lazer; informação e comunicação; infraestrutura; militar; produção alimentícia; produção cultural e design; produção industrial; recursos materiais e segurança.</p>
<p>Assim, são muitas as oportunidades para quem optar por um diploma de tecnólogo. E, segundo os especialistas, todas as carreiras da lista garantem aos profissionais ótimas chances de uma colocação no mercado, já que os cursos de tecnologia são criados a partir das demandas verificadas na economia.</p>
<p>Mas Recinella aponta gestão comercial, logística, tecnologia da informação e gastronomia como as áreas mais promissoras. Além disso, Francimeire ressalta que está em alta o ramo de gestão em recursos humanos. “O funcionalismo público e o crescimento do setor terceirizado têm feito a demanda por esses trabalhadores aumentar aqui”, explica.</p>
<p>Diferentemente do bacharelado, que é mais generalista, os cursos superiores de tecnologia formam profissionais para atuar em uma atividade específica. A coordenadora da graduação em análise e desenvolvimento de sistemas do Centro Universitário de Brasília (Uniceub), Adja Rêgo, explica como as universidades conseguiram enxugar a grade curricular dos cursos tecnológicos.</p>
<p>“As disciplinas básicas de conhecimento geral, que são comuns nos cursos tradicionais, não existem aqui. O universitário de ciência da computação, por exemplo, estuda física, matemática, cálculo. Já o aluno de análises e desenvolvimento de sistemas só tem as matérias direcionadas para a área”, comentou.</p>
<p><strong>Limitações &#8211; </strong>Se, por um lado, esse direcionamento dá ao graduando bastante conhecimento técnico para trabalhar em determinado setor, por outro ele limita o leque de possibilidades de trabalho. Por isso, a professora Adja pondera: é importante ter certeza do que se deseja fazer antes de decidir ser um tecnólogo. “No curso tradicional, a pessoa tem mais tempo para pensar, para definir o que quer. No tecnológico, não.” Mas isso não significa que as oportunidades de emprego dos tecnólogos são reduzidas. Ao contrário, diz a coordenadora. “Temos até dificuldade em encontrar monitor para nossas disciplinas, pois todo mundo já está trabalhando”, comenta a docente ao explicar que algumas capacitações fornecem certificados parciais de habilidades, para o estudante poder entrar no mercado antes mesmo de se graduar.</p>
<p>Os especialistas também garantem que essa modalidade não restringe o crescimento do profissional. Como se trata de um curso superior, o tecnólogo pode, assim como o bacharel, atingir os postos mais altos das organizações, seja apenas pelas competências que demonstrar, seja por meio de especializações e mestrados. Além disso, esse tipo de capacitação é hoje utilizado por muita gente não para conseguir um emprego rapidamente, mas para melhorar o currículo e, assim, ascender na profissão.</p>
<p>Foi o caso da gerente de projetos Márcia Helena França, 54 anos, 33 deles atuando no setor financeiro. Com bacharelado e três pós-graduações, ela ingressou em 2005 no curso coordenado pela professora Adja para se reciclar, já que a área de tecnologia muda com muita rapidez. Não se arrepende. “A formação é muito interessante, por conta dos novos conhecimentos e da convivência com excelentes profissionais, tanto professores como alunos”, comenta. “Ela oferece uma boa base para quem deseja se destacar no mercado.”</p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.oimparcial.com.br/app/noticia/negocios/2011/11/20/interna_negocios,101446/cursos-tecnologicos-aceleram-o-ingresso-no-mercado-de-trabalho.shtml">O Imparcial</a></p>
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		<title>Vai cursar Gestão Ambiental? Conheça os bastidores da profissão</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Sep 2011 11:28:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mr. Well</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com o assunto sustentabilidade em alta é comum a preocupação com o meio ambiente e maior fiscalização dos órgãos públicos sobre indústrias e outras empresas que possam agredir o planeta. Diante disso, o curso de Gestão Ambiental tornou-se procurado em universidades de todo o país. Mas, antes de conhecer a grade curricular, muitos estudantes não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com o assunto sustentabilidade em alta é comum a preocupação com o meio ambiente e maior fiscalização dos órgãos públicos sobre indústrias e outras empresas que possam agredir o planeta. Diante disso, o curso de Gestão Ambiental tornou-se procurado em universidades de todo o país. Mas, antes de conhecer a grade curricular, muitos estudantes não imaginam que o profissional precisa entender de legislação e matemática, e que os campos de atuação encontram-se principalmente nas grandes indústrias.</p>
<p>Muito se vê na televisão e em outros meios de comunicação notícias sobre o cuidado com o planeta, projetos ecológicos e de combate à poluição. Atualmente, a maior parte das grandes empresas faz campanhas sobre sustentabilidade e se compromete a ter atitudes ambientalmente responsáveis. Por trás de cada uma dessas ações há um profissional de gestão ambiental que planeja e ensina à empresa a forma correta de agir.</p>
<p>De acordo com o coordenador dos cursos de Gestão e Engenharia Ambiental da Faculdade Oswaldo Cruz, prof. Dr. Ricardo de Gouveia, a preocupação com o ambiente tem aumentado e as indústrias precisam de profissionais qualificados para atender essa demanda. “A profissão está em alta por algumas razões, dentre elas o auge do tema sustentabilidade e o aumento da fiscalização sobre indústrias que trabalham com materiais ou serviços agressivos ao meio ambiente”, esclarece.</p>
<p>Segundo a professora universitária e consultora na área de planejamento ambiental e territorial, Agnes Fernandes, o profissional de gestão ambiental é requisitado pelo mercado por suas atribuições. “Esse gestor planeja, desenvolve e executa projetos que visam à conservação ambiental, tais como, programas de reciclagem e de educação ambiental. Pode ainda, realizar análises de poluição industrial do solo, da água e do ar e gerir a exploração de recursos naturais, elaborando estratégias de minimização de impactos ambientais”, diz.</p>
<p>Jovens que pesquisam áreas de interesse para ingressar na universidade têm se interessado pelo curso, aumentando a procura em instituições públicas e particulares de todas as regiões do país. Mas, devido ao conteúdo mostrado nas grandes mídias, a maior parte desses jovens não sabe que esse profissional estuda as leis, entende de matemática e depois de formado vai trabalhar principalmente em indústrias, e não estará em contato direto com o meio ambiente.</p>
<p>Segundo o professor Gouveia, para os cursos tecnológicos, o estágio não é obrigatório, porém os estudantes fazem questão de estar em contato com a profissão desde o início do curso. “Mesmo não sendo obrigatória a realização de estágio, os alunos costumam entrar no mercado de trabalho ainda na universidade. Não temos convênios, mas mantemos parcerias com as empresas interessadas para supervisionar os universitários”, diz.</p>
<p>Um dos ramos que mais emprega este profissional é o da indústria. Essas empresas costumam precisar de licenças ambientais, além de manterem projetos para evitar as agressões ao meio ambiente. O aluno que deseja cursar gestão ambiental deve ter em mente que vai trabalhar internamente nas organizações, seguindo a legislação e não vai atuar como um biólogo, em contato com a natureza. O professor Gouveia afirma que esse é o maior equívoco dos ingressantes da área. “O assunto é tratado de forma lúdica, por alguns meio de comunicação, mas o profissional tem um trabalho sério e diferente do que algumas pessoas imaginam”, completa.</p>
<p>Mas, de acordo com a professora Agnes, existe um leque de opções de trabalho nesta área. “É possível atuar em consultorias, em certificação, em educação ambiental, em planejamento, em recuperação e em docência”, esclarece. O profissional poderá trabalhar em diversas organizações, ter sua empresa de consultoria, planejar ou recuperar áreas degradadas e ainda, se quiser, dar aulas em cursos do ramo.</p>
<p>As regiões com mais possibilidades de atuação para gestão ambiental são as industrializadas. De acordo com o professor Gouveia, o sul e o sudeste costumam gerar mais empregos nessa área. “Estados como São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul reúnem grandes indústrias e oferecem um bom número de vagas para esse profissional, mas isso não significa que moradores de outras regiões ficarão sem emprego. O Brasil tem indústrias em diversos lugares que podem oferecer oportunidades”, declara.</p>
<p>Com um salário médio inicial de R$ 1.500, o recém-formado pode atuar de ambos os lados da profissão, dentro das empresas ou nos órgãos fiscalizadores. Segundo o professor Gouveia, o aluno sai da universidade preparado para isso. “O curso ensina a lidar com questões ligadas ao controle e gerenciamento do meio ambiente, capacitando para desenvolver essas atividades ou para fiscalizá-las”, explica.</p>
<p>Fonte: <a href="http://noticias.universia.com.br/" target="_blank">Juliana Padalka &#8211; agência Hélice, especial para o Universia</a></p>
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		<title>Curso superior tecnológico é opção de ingresso rápido no mercado</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Aug 2011 11:28:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mr. Well</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O G1 criou uma série especial sobre educação e um dos temas destacados foi a graduação tecnológica. Achei a reportagem muito interessante. Acompanhem. Concordam que os cursos tecnológicos garantem rápido acesso ao mercado de trabalho? &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;- Muitos adolescentes têm dúvidas na hora de escolher o curso que irão fazer assim que saem da escola. Mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O G1 criou uma série especial sobre educação e um dos temas destacados foi a graduação tecnológica. Achei a reportagem muito interessante. Acompanhem. Concordam que os cursos tecnológicos garantem rápido acesso ao mercado de trabalho?</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p>Muitos adolescentes têm dúvidas na hora de escolher o curso que irão fazer assim que saem da escola. Mas há quem saiba exatamente o que quer. Para esses, a opção pelo curso superior tecnológico pode ser uma alternativa para se capacitar a entrar no mercado de trabalho mais rapidamente.</p>
<p>Os cursos tecnológicos superiores são focados em um ponto específico, com forte conteúdo prático e duração de três anos. “Diferentemente do bacharelado, que é mais generalista, o curso superior tecnológico é focado em um só ponto. Enquanto no bacharelado em engenharia mecânica, por exemplo, o aluno vai estudar toda a amplitude da mecânica, no curso superior tecnológico o aluno vai ter que optar por estudar projetos mecânicos, mecatrônica ou automação industrial”, diz o professor Angelo Luiz Cortelazzo, responsável pela Coordenadoria de Ensino Superior do Centro Paula Souza.<span id="more-427"></span></p>
<p>O professor afirma que o curso é mais curto, mas não pode ser considerado superficial. “Não é um aligeiramento na formação, mas o aprofundamento com foco que pode ser realizado com um tempo inferior.”</p>
<p>Uma vez ciente de suas habilidades e da área em que pretende atuar, o estudante acaba evitando matérias que não lhe agradam. Apesar disso, sua área de atuação pode ser um pouco mais restrita do que a de um bacharel. “Ele não terá a plasticidade de um bacharel. Por isso, fica restrito a uma área específica. O estudante deve estar atento à demanda de profissionais com essa formação. Ele também deve estar bem informado, porque, se ele se enganar, ele terá que seguir uma outra formação para ampliar suas possibilidades de inserção no mercado de trabalho. Não que isso seja um problema”, diz o professor.</p>
<p>Um curso superior tecnológico não está restrito às áreas como produção industrial, que inclui formações como petróleo e gás, polímeros, produção têxtil, mecânica. São 13 eixos previstos pelo Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia. São eles: ambiente e saúde; apoio escolar; controle e processos industriais; gestão de negócios; hospitalidade e lazer; informação e comunicação; infraestrutrura de transportes; militar; produção alimentícia; produção cultural; recursos naturais; e segurança.</p>
<p><strong>Pós-graduação &#8211; </strong>Quem faz um curso tecnológico superior pode fazer posteriormente uma pós-graduação para complementar sua formação. “O estudante que deseja trabalhar com recursos humanos não precisa fazer um bacharelado em administração de empresas. Ele pode fazer um curso tecnológico e depois fazer uma pós em administração”, afirma Cortelazzo.</p>
<p>O responsável pela Coordenadoria de Ensino Superior do Centro Paula Souza ressalta que tanto o bacharelado como o curso tecnológico são boas escolhas. “O importante é que a escolha esteja de acordo com as afinidades do estudante”, diz.</p>
<p>Para seguir uma boa formação, o professor recomenda ficar atento à escolha da escola. “Se a escola não tiver estrutura, laboratórios, dificilmente o estudante vai conseguir superar a formação ruim”, afirma. O aluno também deve observar, segundo ele, se a formação se trata mesmo de um curso superior tecnológico, e não de um curso sequencial. “O curso sequencial tem nível superior, mas não é considerado graduação. Ao concluí-lo, o estudante não pode ingressar em uma pós-graduação, como acontece com o aquele que fez um curso superior tecnológico.&#8221;</p>
<p><strong>Fonte: </strong><a href="http://www.g1.com.br" target="_blank">G1</a></p>
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		<title>Gastronomia cresce com glamorização da profissão</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Aug 2011 11:49:26 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Assim como o post que aborda o curso de Logística, agora compartilhamos um texto divulgado pelo Terra que destaca um dos cursos tecnológicos mais procurados nas faculdades: Gastronomia. &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212; Cada vez mais os cursos de Gastronomia atraem estudantes para as cozinhas &#8211; e cozinheiros para a sala de aula. Grande parte dessa procura ocorre porque [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Assim como o post que aborda o curso de Logística, agora compartilhamos um texto divulgado pelo Terra que destaca um dos cursos tecnológicos mais procurados nas faculdades: Gastronomia.<br />
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p>Cada vez mais os cursos de Gastronomia atraem estudantes para as cozinhas &#8211; e cozinheiros para a sala de aula. Grande parte dessa procura ocorre porque o profissional está em evidência. Best-sellers e programas de televisão são alguns dos responsáveis por essa grande exposição. Hoje, as graduações não preparam apenas para a prática, mas também para o gerenciamento do próprio negócio.</p>
<p>Na Baixada Santista, uma das opções é o curso oferecido pela <a href="http://www.unimonte.br/curso/gradus-unimonte/gastronomia" target="_blank">Unimonte</a>. Já na Capital, o primeiro curso superior de Gastronomia na cidade de São Paulo foi da faculdade Anhembi Morumbi. Criada em 1999, a graduação tecnóloga tem ingresso pelo vestibular, sem necessidade de prova específica. Após terminar a graduação de dois anos, o aluno recebe um diploma de tecnólogo na área de gastronomia.</p>
<p>O perfil do aluno varia muito de acordo com a turma. Normalmente, no horário da manhã, são pessoas mais jovens recém saídas do ensino médio, que estão tendo o primeiro contato com a cozinha. À noite, muitos alunos já têm uma primeira graduação e buscam na culinária uma forma de hobby. Outros querem largar a carreira anterior e seguir trabalhando como cozinheiros. Existem também os estudantes que tinham a prática, mas nenhuma qualificação formal.<span id="more-425"></span></p>
<p>Desde que o curso foi aberto, há 12 anos, o interesse do público tem aumentado consideravelmente. É o que afirma o coordenador Marcelo Neri. &#8220;Isso se deve, em grande parte, à glamorização da profissão. Cada vez mais observamos programas de TV e livros de culinária famosos. Isso gerou uma exposição maior do chef e uma valorização da profissão&#8221;, afirma. Essa grande procura se reflete em números: no começo, o curso contava com três cozinhas, enquanto hoje existem 18.</p>
<p>Durante os dois anos, o aluno depara com diversas áreas da gastronomia. A mais dinâmica chama-se práticas na cozinha, na qual ele aprende sobre as técnicas de preparo, os ingredientes e os pratos específicos de cada país. Entre outras disciplinas, estão o aprendizado sobre a parte nutricional dos alimentos, os processos físicos que ocorrem durante o preparo da comida e até mesmo as cadeiras de administração de negócios.</p>
<p>O coordenador acredita que essas aulas de gerenciamento são muito importantes e apontam para uma tendência: o aluno abrir o seu próprio negócio, porém não com um espaço físico fixo. &#8220;Podemos notar um aumento no número de profissionais que trabalham individualmente, cozinhando para pessoas em suas casas&#8221;, afirma Neri. Ele também salienta que existe muito espaço para a gastronomia, não apenas na TV, mas também em revistas de culinária, tanto as mais sofisticadas quanto as de R$ 1,99, e todas precisam de um cozinheiro qualificado.</p>
<p>Diferentemente da Anhembi, o curso de graduação em gastronomia da PUC-PR é mais focado na área humana. Criado em 2008, ele tem duração de dois anos e meio. &#8220;Aqui temos algumas disciplinas como filosofia, cultura religiosa, ética. Achamos que a formação do nosso aluno reflete no mercado, e as pessoas buscam um profissional formado integralmente&#8221;, afirma o coordenador Alexandre Roberto Dhein.</p>
<p>Ao longo do curso, os alunos também aprendem a preparar pratos da cozinha internacional, mas não aprendem apenas sobre as comidas típicas. Aspectos como a cultura, a situação atual do país e até mesmo questões da cultura religiosa, em alguns casos, são estudados.</p>
<p>Dhein destaca que a maioria dos estudantes formados acaba em restaurantes e hotéis. Logo depois, vêm aqueles que resolvem formar seu próprio negócio. Mas ele aposta em um setor que começa a se destacar e, no futuro, pode ser uma boa oportunidade para os alunos: os hospitais. Ele acredita que as instituições estão procurando qualificar a comida servida em seus estabelecimentos e, para isso, buscam profissionais com formação. &#8220;Se quiser entrar nessa área, a pessoa vai precisar trabalhar em conjunto com o nutricionista. Pois ela vai determinar os condimentos e o cozinheiro vai tornar o prato mais atraente&#8221;, salienta o coordenador.</p>
<p><strong>O prazer de cozinhar &#8211; </strong>&#8220;Fazer os pratos é o que me traz prazer&#8221;, afirma Guilherme König Ceschim, 20 anos. Ele vai se formar em Gastronomia da PUC-PR no meio do ano. Atualmente, trabalha em um restaurante italiano e, em dezembro, vai partir para um curso de especialização em culinária em Sevilha, na Espanha.</p>
<p>A escolha pela carreira foi feita ainda pequeno, conta. Antes de entrar na faculdade, ele relata que já gostava de cozinhar e era acostumado a preparar comidas em casa. De acordo com Ceschim, o que ele mais aprecia na profissão é a correria do dia a dia e a dinâmica. &#8220;Eu não conseguiria trabalhar na frente de um computador o dia inteiro, em uma sala fechada&#8221;, observa.</p>
<p>O sonho é abrir o próprio negócio. Para isso, ele acredita que precisa de muito mais experiência, além de aprender a cozinhar diferentes tipos de comida, como pratos mediterrâneos e japoneses, além dos italianos, com quais os já trabalha.</p>
<p><strong>Fonte: </strong><a href="http://www.terra.com.br" target="_blank">Site Terra </a></p>
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		<title>Logística: mercado oferece cursos, mas ainda precisa melhorar, diz Aslog</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Aug 2011 12:44:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mr. Well</dc:creator>
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		<category><![CDATA[comércio exterior]]></category>
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		<description><![CDATA[Alguém aí é da área de Logística? A seguir compartilhamos notícia sobre este segmento, em material encontrado no site Administradores. &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;- A área de logística no País está longe de atender às expectativas do mercado de trabalho, afinal, o número de cursos de graduação em tal segmento ainda se mostra inferior ao esperado. Outra questão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alguém aí é da área de Logística? A seguir compartilhamos notícia sobre este segmento, em material encontrado no site <a href="http://www.administradores.com.br" target="_blank">Administradores</a>.<br />
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p>A área de logística no País está longe de atender às expectativas do mercado de trabalho, afinal, o número de cursos de graduação em tal segmento ainda se mostra inferior ao esperado. Outra questão é que, além das poucas universidades disponíveis, e que possuem tal curso em sua grade curricular, o mercado também sofre com a falta de preparo dos profissionais, que ficam à mercê de uma formação condizente com a realidade vivenciada nas empresas.</p>
<p>Para o membro do Conselho Deliberativo da Aslog (Associação Brasileira de Logística), Mauro Henrique Pereira, parte deste problema é causada pela recente inclusão do tema logística nas faculdades. “A logística passou a ter mais importância no Brasil nos últimos 20 anos. A área ainda é vista como uma novidade no mercado e, consequentemente, pelas graduações universitárias”, explica. “O mercado oferece cursos, mas ainda precisa melhorar”, completa.<span id="more-423"></span></p>
<p><strong>Cursos disponíveis &#8211; </strong>Atualmente, é possível encontrar no Brasil cursos de dois anos para a formação de tecnólogos no segmento, bem como pós graduações. As opções ainda são poucas, mas já costumam ser visadas por profissionais que possuem experiência no setor e que desejam aperfeiçoar seus conhecimentos na área.</p>
<p>“O curso de tecnólogo surgiu nos últimos cinco anos, sendo que nos últimos dois, a FGV também passou a oferecer formação na área. Na instituição em questão, o curso costuma ser mais completo, já que tem duração de quatro anos”, orienta o diretor geral da Autlog, empresa de logística de material promocional, Flávio Augusto Abrunhoza Filho.</p>
<p><strong>Experiência em primeiro lugar &#8211; </strong>Formação à parte, neste mercado, por tradição – já que os cursos para o segmento eram poucos -, a valorização da experiência adquirida costuma vir em primeiro lugar.</p>
<p>“Como tal mercado é formado por trabalhadores que consolidaram sua carreira neste setor, costumamos priorizar aqueles que possuem experiência comprovada. Entretanto, nada impede de contratarmos alguém que tenha formação na área&#8221;, esclarece Pereira. Para ele, na presença de duas pessoas experientes, sendo uma delas graduada, a vantagem fica com quem possui a formação.</p>
<p><strong>Perfil profissional &#8211; </strong>Por se tratar de uma profissão que atua em conjunto com outros setores, a área de logística tende a concentrar um grande número de profissionais de outras formações. Esta interação abrange desde engenheiros, que atuam na logística de empresas ligadas à construção civil, até administradores e advogados.</p>
<p>“Na minha empresa atuam nesta área advogados e farmacêuticos. O fato deles já possuírem conhecimento do setor jurídico e químico, respectivamente, favorece a comunicação com os clientes e ajuda o processo interno, que acaba sendo executado com mais precisão”, diz Abrunhoza Filho.</p>
<p>Para se ter uma ideia, hoje, as indústrias em geral (automotiva, construção civil, entre outras), bem como as empresas de serviço e de telecomunicações, costumam apresentar atividades logísticas. Tal fato tende a favorecer a contratação de profissionais com outras especializações.</p>
<p><strong>O que faz &#8211; </strong>Os profissionais de logística são responsáveis pelo planejamento, transporte, entrega e armazenagem de materiais dentro de uma determinada cadeia produtiva.</p>
<p>Para exercer está função, são necessárias habilidades ligadas à integração de processos, familiaridade com sistemas e competências específicas, que dizem respeito à capacidade de negociação com clientes e fornecedores. “Conhecimentos de estatística, matemática financeira, agilidade e raciocínio lógico também são valorizados”, diz Pereira.</p>
<p>Além disso, é importante que os profissionais deste segmento se mantenham atualizados quanto às tecnologias do setor. “Como muitas empresas distribuem seus produtos em âmbito nacional, é interessante que os profissionais tenham noções de rotas, cálculos de distância e que saibam operar os equipamentos disponíveis nos veículos, que hoje são mais complexos que os do passado”, diz Abrunhoza Filho.</p>
<p><strong>Quanto se ganha &#8211; </strong>Os interessados em aprofundar sua carreira neste setor podem ser favorecidos com bons salários, principalmente enquanto a mão de obra qualificada ainda for escassa no País.</p>
<p>Para se ter uma ideia, hoje, um profissional em início de carreira, que atue na área administrativa, por exemplo, pode receber uma remuneração de R$ 2 mil – se estiver cursando graduação para tecnólogo. Já alguém mais experiente, que ocupe cargos de gerência, pode receber de R$ 5 mil a R$ 7 mil.</p>
<p>Os salários mais interessantes, no entanto, ficam para os altos cargos administrativos. Os diretores de logística, por exemplo, podem receber de R$ 12 mil a R$ 20 mil.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.administradores.com.br" target="_blank">Site Administradores</a></p>
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		<title>Curso Tecnológico de Petróleo e Gás da Unimonte, em Santos, consegue nota 4 em avaliação do MEC</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Aug 2011 15:21:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mr. Well</dc:creator>
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		<category><![CDATA[bacia de santos]]></category>
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		<description><![CDATA[Em tempos onde grande parte dos debates e projeções na Baixada Santista giram em torno da exploração de petróleo e gás na Bacia de Santos, mais uma notícia relacionada ao tema coloca a região em um posto de destaque. Mas, desta vez, no meio educacional. Pioneiro na Baixada Santista, o curso superior em Tecnologia de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em tempos onde grande parte dos debates e projeções na Baixada Santista giram em torno da exploração de petróleo e gás na Bacia de Santos, mais uma notícia relacionada ao tema coloca a região em um posto de destaque. Mas, desta vez, no meio educacional.</p>
<p>Pioneiro na Baixada Santista, o curso superior em Tecnologia de Petróleo e Gás da Unimonte conquistou nota 4 – em escala de 1 a 5 – em avaliação para reconhecimento do curso realizada recentemente pelo Ministério da Educação (MEC). <span id="more-420"></span></p>
<p>A análise consistiu em uma verificação in loco de três fatores: organização didático-pedagógica, titulação do corpo docente e, também, instalações físicas oferecidas pela faculdade, como bibliotecas, laboratórios, salas de aula e equipamentos de apoio à aprendizagem.</p>
<p>Um dos pontos mais elogiados foi o projeto pedagógico criado pela instituição. De acordo com dados apresentados no relatório elaborado pelos avaliadores do MEC, o curso superior em Tecnologia de Petróleo e Gás da Unimonte “implementou de maneira excelente ações acadêmico-administrativas em decorrência dos relatórios produzidos pela autoavaliação e pela avaliação externa (Enade e outros), bem como os objetivos do curso expressam de forma excelente os compromissos institucionais de formação tecnológica e humana, bem como as demandas do setor produtivo da região”.</p>
<p>Em relação ao corpo docente, os avaliadores do MEC enalteceram a participação integral dos professores na implementação e consolidação do projeto pedagógico do curso. Ressaltaram também a alta porcentagem de mestres e doutores que compõem o quadro da faculdade.</p>
<p>Outro tópico elogiado, também levado em consideração na avaliação, foi a estrutura física oferecida aos universitários e docentes. O relatório trouxe menções positivas sobre as instalações, como salas de aula e laboratórios, e enalteceu os serviços acadêmicos, apontando-os como “excelentes”.</p>
<p>&#8220;Obter um conceito como este é uma conquista que muito nos anima e ratifica o compromisso de nossa instituição com a qualidade do curso e, consequentemente, com os nossos alunos. Fora isso, há também o fato de termos o primeiro curso superior tecnológico em Petróleo e Gás de todo o Estado com avaliação concluída e favorável ao reconhecimento pelo MEC&#8221;, ressaltou o coordenador do curso, professor doutor Juarez Fontana.</p>
<p><strong>Curso da Unimonte foi o 1º do gênero na região – </strong>Criado em janeiro de 2006, sendo o primeiro da Baixada Santista, o curso tecnológico de Petróleo e Gás da Unimonte possui duração total de três anos (seis semestres).</p>
<p>Com uma estrutura curricular ancorada em três núcleos do conhecimento &#8211; Geologia, Oceanografia e Engenharia &#8211; e com disciplinas ordenadas na sequência lógica das operações desenvolvidas pela indústria, esta opção de nível superior forma tecnólogos especializados em prospecção, pesquisa e avaliação de reservas de petróleo e gás, o que é chamado de upstream.</p>
<p>Para enriquecer o aprendizado dos estudantes, o curso de Petróleo e Gás da Unimonte criou a UniOil Co., empresa júnior de petróleo. No local, os universitários realizam projetos integrados, inseridos desde o início do curso. O processo tem como objetivo executar estudos, análises, recomendações ou trabalhos técnicos específicos.</p>
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		<title>Inep divulga temas das provas para cursos tecnológicos do Enade 2011</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jul 2011 14:12:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mr. Well</dc:creator>
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		<category><![CDATA[cursos tecnológicos]]></category>
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		<category><![CDATA[enade]]></category>
		<category><![CDATA[exame nacional dos estudantes]]></category>
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		<category><![CDATA[yahoo]]></category>

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		<description><![CDATA[O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) publicou no dia 13 de julho os conteúdos que serão cobrados nas provas do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) 2011. Os exames acontecem no dia 6 de novembro. Este ano, o Enade irá avaliar os cursos que conferem diploma de tecnólogo em Alimentos, Construção [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) publicou no dia 13 de julho os conteúdos que serão cobrados nas provas do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes<br />
(Enade) 2011. Os exames acontecem no dia 6 de novembro.</p>
<p>Este ano, o Enade irá avaliar os cursos que conferem diploma de tecnólogo em Alimentos, Construção de Edifícios, Automação Industrial, Gestão da Produção Industrial, Manutenção Industrial, Processos Químicos, Fabricação Mecânica, Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Redes de Computadores e Saneamento Ambiental.</p>
<p>Também serão avaliados cursos de bacharel em Arquitetura e Urbanismo e Engenharia; bacharel ou licenciatura em Biologia, Ciências Sociais, Computação, Filosofia, Física, Geografia, História, Letras, Matemática e Química; licenciatura em Pedagogia, Educação Física, Artes Visuais e Música, mas para estes cursos ainda não foi divulgada a relação completa do conteúdo cobrado.</p>
<p>A prova de formação geral, comum a todos os cursos avaliados, terá dez questões, sendo duas discursivas e oito de múltipla escolha. Alguns dos temas da prova poderão ser: violência, vida urbana e rural, relações de trabalho, arte e cultura, entre outros.</p>
<p>As inscrições dos estudantes no Enade que são de responsabilidade das instituições de ensino superior. O prazo vai de 18 de julho e até 19 de agosto. O exame precisa ser feito pelos alunos ingressantes nos cursos neste ano (com exceção daqueles que fizeram o Enem) e pelos concluintes. Estão nesta última categoria aqueles que tenham expectativa de conclusão em 2011 e/ou quem já fez mais de 80% da carga horária mínima do curso. Quem colar grau até 31 de agosto está dispensado do Enade.</p>
<p>A partir deste ano, os ingressantes dos cursos que serão avaliados no exame poderão utilizar sua nota do Enem.</p>
<p><strong>Fonte: </strong><a href="http://br.noticias.yahoo.com/inep-divulga-temas-das-provas-cursos-tecnol%C3%B3gicos-enade-173700435.html" target="_blank">Yahoo Notícias</a></p>
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		<title>Vitória: concurso da Petrobras vai aceitar profissionais tecnólogos</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Jul 2011 18:58:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mr. Well</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Ótimas notícias! A Petrobras acaba de lançar um edital que contempla como candidatos possíveis profissionais com formação em cursos tecnólogicos. Nesse primeiro momento, estão sendo oferecidas vagas para os cargos de Analista de Sistemas Júnior – Engenharia de Software (10 vagas), Analista de Sistemas Júnior – Infraestrutura (7 vagas) e Analista de Sistemas Júnior – [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ótimas notícias! A Petrobras acaba de lançar um edital que contempla como candidatos possíveis profissionais com formação em cursos tecnólogicos.</p>
<p>Nesse primeiro momento, estão sendo oferecidas vagas para os cargos de Analista de Sistemas Júnior – Engenharia de Software (10 vagas), Analista de Sistemas Júnior – Infraestrutura (7 vagas) e Analista de Sistemas Júnior – Processos de Negócio – (11 vagas) que podem ser ocupadas por tecnólogos formados em Tecnologia da Informação (TI).</p>
<p><span id="more-413"></span></p>
<p>Vejam um recorte do edital que explica detalhadamente que profissionais poderão prestar esse concurso.</p>
<p><em>PETRÓLEO BRASILEIRO S.A. &#8211; PETROBRAS</em><a tabindex="4" href="../?p=413&amp;preview=true" target="_blank"></a><br />
<em>PSP RH-1/2011<br />
ANEXO II<br />
QUADRO DE CARGOS, REQUISITOS, EXEMPLOS DE ATRIBUIÇÕES E REMUNERAÇÃO<br />
CARGOS DE NÍVEL SUPERIOR</em></p>
<p><em>As denominações dos cursos de graduação tecnológica exigidos nos requisitos dos cargos de Analista de Sistemas Júnior &#8211; Engenharia de Software, Analista de Sistemas Júnior &#8211; Infraestrutura e Analista de Sistemas Júnior &#8211; Processos de Negócio objeto deste Edital foram estabelecidas com base no Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de Tecnologia, instituído através da Portaria n.º 1.024, de 11 de maio de 2006, do Ministério da Educação. Para fins de comprovação de requisitos, serão aceitos diplomas e certificados de outros cursos superiores de tecnologia, com denominações distintas, desde que constem na Tabela de Convergência anexa ao Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de Tecnologia e que estejam diretamente relacionadas aos cursos de graduação tecnológica requeridos para o cargo ofertado, conforme a citada Tabela de Convergência.</em></p>
<p>Interessou-se? As inscrições para o concurso vão até o dia 31 de julho e devem ser feitas na página da Fundação Cesgranrio (<a href="http://concursosnobrasil.com.br/concurso-petrobras-2011-2011/" target="_blank">http://concursosnobrasil.com.br/concurso-petrobras-2011-2011/</a>). A taxa de inscrição para vagas de nível médio é de R$ 30,00 e nível superior de R$ 45,00.</p>
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